Músico, Trompete
Músico, Trombone
Músico, Saxofone
Músico e Saxofonista
Músico, Professor e Saxofonista
Músico e Saxofonista
Músico, Saxofone e Clarinete
Músico, Trombone Baixo
Músico, Trombone
Música, Cantora
Músico, Guitarra, Voz e Compositor
Músico, Trombone e Diretor Geral
Músico, Baixo e Contrabaixo
Músico, Pianista e Compositor
Músico, Maestro e Diretor Artístico
Músico, Trompete
Música, Cantora
Músico, Trompete
Músico, Trompete
Músico, Percussão e Vibrafone
Músico, Bateria Jazz e Percussão
Vítor Fernandes Pinto é um músico e gestor cultural com uma carreira marcada pela dedicação à música, educação e desenvolvimento do panorama musical da região de Trás-os-Montes e Alto Douro. Formado em Arquitetura, com curso e mestrado pela ESAP, possui também formação em Artes Visuais, Ciências da Educação e frequentou o Curso Artístico da Cooperativa Árvore. É músico desde 1978 e dirigente associativo desde 1999.
Vítor foi fundador e presidente da Federação Transmontana Douriense de Bandas Filarmónicas entre 1999 e 2007, onde coordenou a organização de diversos estágios de Orquestra de Sopros e Percussão e festivais de Bandas Filarmónicas na região de Trás-os-Montes e Alto Douro. Posteriormente, fundou e preside à ACROLAT’in, onde criou a Orquestra Ligeira, a Orquestra de Jazz do Douro (OJD), a Marching Band e a Academia de Música, promovendo a realização de estágios, masterclasses e workshops de jazz e improvisação, bem como projetos discográficos.
Como músico da Orquestra de Jazz do Douro, Vítor trabalhou com maestros de renome, incluindo Carlos Mendes, Davide Rodrigues, Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma. Participou em diversos estágios, masterclasses e workshops de jazz, abrangendo improvisação, prática em classe de conjunto, naipe e individual, destacando-se: Encontros de Jazz com Laurent Filipe, Encontro de Jazz com Laurent Filipe e Marco Sannini, com enfoque em originais e Jazz com Raízes Africanas, Encontro de Jazz com Laurent Filipe e José Meneses, Formação contínua de jazz com Rui Teixeira (2013–2014), Jazz aos Montes, Teatro de Vila Real, orientado por Filipe Melo, Pedro Moreira e Gonçalo Marques, Estágio e atividades de aperfeiçoamento com a OJD.
Vítor Fernandes Pinto organizou e participou em inúmeros projetos da OJD e da ACROLAT’in, incluindo Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas, Tesouros da Canção Napolitana, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, espetáculos comemorativos de 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
Além da performance, teve um papel determinante na promoção, edição e produção das obras musicais “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), contribuindo decisivamente para a divulgação da música de jazz e da tradição musical da Região Transmontana e Duriense. Vítor Fernandes Pinto é reconhecido pelo seu compromisso com a educação musical, pela criação de projetos inovadores e pelo papel de liderança que desempenha no desenvolvimento cultural e artístico de Vila Real e do Douro.
Virgílio Manuel da Silva Pinto Palma é músico e saxofonista, sendo também um dos fundadores da ACROLAT’in. Embora tenha iniciado o seu percurso académico em escultura, licenciando-se na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP), a sua carreira musical começou aos 15 anos, integrando em 1989 a Banda Marcial da Foz do Douro, sob a direção de maestros como Afonso Alves, Paulo Perfeito e Filipe Lopes.
Virgílio Palma desenvolveu-se musicalmente em diferentes contextos, participando na Orquestra Ligeira “La Belle Époque”, atuando em casinos, hotéis e no emblemático Palácio da Bolsa, perante audiências nacionais e internacionais. Entre 2000 e 2004, integrou a Orquestra do Festival da Canção de Mancelos, dirigida por Afonso Alves.
A sua formação em jazz inclui aulas de saxofone e improvisação com Mário Santos, Rui Cardozo e Fábio Almeida. Em 2013 participou no Douro Jazz com o projeto “4 por Jazz”, ao lado de Rui Cardoso (guitarra), Álvaro Anjos (contrabaixo) e Carlos Fernandes (bateria). Ao longo da sua carreira, Virgílio Palma tem integrado projetos musicais diversos, como “OJD”, “Douro Marching Band”, “2 Por Jazz”, “3 Por Jazz” e “4 Por Jazz”. Em 2018 participou no workshop e concerto no Douro Jazz com os Phantom Trio, juntamente com Fábio Almeida (saxofone), João Martins (bateria) e Sérgio Tavares (contrabaixo).
Como músico da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), trabalhou com maestros de renome, incluindo Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, Carlos Mendes, David Rodrigues, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma. Frequentou múltiplos estágios, masterclasses e workshops de jazz, abrangendo improvisação, classes de conjunto, trabalho de naipe e desenvolvimento individual, incluindo o prestigiado evento “Jazz aos Montes”, orientado por Filipe Melo, Pedro Moreira e Gonçalo Marques.
O seu percurso artístico inclui apresentações em inúmeros concertos e festivais, como Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas, Tesouros da Canção Napolitana, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
Na sua discografia destacam-se os álbuns “Crónicas de um pássaro antes de partir” de Vítor Hugo Ribeiro, “All of Me” e “Jazz in Douro”, nos quais contribuiu como saxofonista, improvisador e intérprete. A carreira de Virgílio Palma é marcada por uma intensa dedicação ao jazz, à música improvisada e à promoção da cultura musical em Portugal, consolidando-se como uma referência na cena musical transmontana e nacional.
Tomás Alves Queirós Santos é um músico natural de Vila Real, com um percurso marcado pela dedicação à bateria de jazz e percussão. Começou os seus primeiros contactos com a música aos seis anos de idade, iniciando aulas de percussão e integrando-se na banda local aos nove anos. Em 2009 ingressou na Banda de Música de Mateus, Vila Real, e em 2013 iniciou os seus estudos formais de percussão no Conservatório Regional de Música de Vila Real (CRMVR) com a professora Isabel Silva, concluindo em 2021 o 8º Grau.
Ao longo do seu percurso, participou em vários festivais internacionais de percussão, destacando-se o Festival Internacional de Percussão Tomarimbando, em Tomar, onde trabalhou com mestres como:
Tomás integrou diversos projetos e agrupamentos musicais, incluindo a Orquestra CRMVR, Banda Sinfónica Transmontana, Ensemble de Sax e Percussão, Orquestra Ligeira ACROLAT’in, Orquestra de Jazz do Douro e a Douro Marching Band, evidenciando a sua versatilidade e domínio técnico em diferentes contextos musicais.
Como músico da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), trabalhou desde 2018 com o maestro Válter Palma, participando em múltiplos concertos e espetáculos, incluindo o aclamado “Christmas Jazz”, uma interpretação de clássicos temas natalícios com arranjos exuberantes e intemporais.
Entre os principais projetos e apresentações, destacam-se: Stands de Jazz do Mundo, 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco e Júlio Pereira.
A sua participação em gravações e projetos discográficos inclui os álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), consolidando Tomás como um músico de referência no panorama do jazz português e na música de orquestra contemporânea.
Tiago Matos Mendes é trompetista e profissional na área de comunicação multimédia, com uma carreira que alia formação técnica e artística à experiência em orquestras e projetos de jazz. Natural de Vila Real, iniciou o estudo do trompete na Banda de Música da Portela, sob orientação de Carlos Taveira, complementando com aulas particulares com Carlos Mendes.
Prosseguiu os estudos musicais no Conservatório Regional de Música de Vila Real (CRMVR), onde ingressou em 2007 e concluiu o 8º Grau em trompete. Durante o seu percurso formativo, participou em várias masterclasses e workshops com trompetistas e professores de referência, incluindo António Silva, Pedro Faria, Hélder Fernandes, Ruben Castro (2014), Kevin Waldron (2016), Vasco Faria (2019) e no estágio da Orquestra Júnior “Atelier – Jazz em Movimento” (2017) com o maestro Válter Palma e orientação de Leonardo Afonso, Diogo Taveira e Paulo Pontes.
Tiago integrou diversas formações musicais no CRMVR, incluindo a Orquestra de Sopros, Orquestra de Metais e Orquestra Ligeira, sob a orientação dos professores Carlos Nunes e Válter Palma, consolidando experiência em música de conjunto, interpretação de obras clássicas e arranjos para metais.
Paralelamente à carreira musical, Tiago formou-se em Comunicação e Multimédia na UTAD, Vila Real, e em Multimédia no IPB, Bragança. Teve experiência em desenvolvimento de software na Outsmartis Lda (Vila Real), com competências em desenvolvimento web, construção de sites e web scraping, demonstrando uma combinação de criatividade artística e capacidade técnica multidisciplinar.
Como trompetista da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), Tiago participou em numerosos concertos e projetos, destacando-se desde 2018 pelo trabalho com o maestro Válter Palma em diversos Stands de Jazz do Mundo, e no espetáculo de 12/2019 “Christmas Jazz”, que contou com arranjos exuberantes e de grande impacto artístico. Ao longo da sua carreira na OJD, participou também em projetos e concertos como Jazz aos Montes, Raízes Africanas com Marcus Sannini e Laurent Filipe, Tesouros da Canção Napolitana com Marcus Sannini e Emilia Zamuner, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, 25 de Abril, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
A sua discografia inclui os álbuns “All of Me” e “Jazz in Douro”, refletindo a sua versatilidade, sensibilidade musical e capacidade de integrar improvisação, arranjos sofisticados e performance em grandes projetos coletivos. Tiago Matos Mendes é reconhecido pela sua técnica refinada no trompete, dedicação à música e contribuição ativa para o jazz e música contemporânea em Portugal.
Rui Guilherme Cardoso é um músico versátil, guitarrista, vocalista e compositor, com um percurso marcado pela paixão pelo jazz e pela música contemporânea. Possui uma formação académica sólida: Mestrado na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), Licenciatura em Jazz – Guitarra na Middlesex University, Londres, e uma Licenciatura em Engenharia do Ambiente pela UTAD.
A sua formação musical inclui estudo aprofundado de composição e orquestração com Virgílio Melo, curso de Técnica Vocal com Vianey Cruz, e conclusão do 8º grau de guitarra clássica no Conservatório de Música de Coimbra. Frequentou ainda formação em guitarra elétrica na Escola de Música de Viseu, Escola de Jazz do Porto, Academia de Música de Coimbra e com Paulo Pinto; estudou guitarra clássica com Paulo Pedrassol, Paulo Vaz de Carvalho e Carlos Mendes; e piano e harmonia com Paulo Gomes.
Rui é também professor de Introdução ao Jazz e Técnicas de Improvisação, lecionando no Conservatório de Música e Dança de Bragança e na Academia de Música de Lamego. Ao longo da sua carreira participou em diversos festivais e eventos de renome, incluindo o Festival Douro Jazz, Noite de Jazz – Zona Livre, Festival Sons no Parque, Bragança Jazz, 4ª Grande Gala da Rádio SIM e a Jazz Session – Trio+ Harold Zinno (USA).
Nos projetos musicais, destacou-se com formações como “Os Putos do Jazz”, “2 Por Jazz”, “3 Por Jazz”, “4 Por Jazz” e com o Coro de Câmara D’Ouro, explorando diferentes linguagens e contextos musicais.
Como músico da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), trabalhou com maestros de referência como Carlos Mendes, Davide Rodrigues, Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma, participando em estágios, masterclasses e workshops de jazz, improvisação, classe de conjunto, naipe e individual, com orientação de Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, Rui Teixeira, Filipe Melo, Pedro Moreira e Gonçalo Marques.
No contexto da OJD, Rui participou em projetos e espetáculos de destaque, como: Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas com Marcus Sannini e Laurent Filipe, Tesouros da Canção Napolitana com Marcus Sannini e Emilia Zamuner, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
Rui participou na recriação da obra musical “All of Me” e na criação, gravação e edição da obra musical “Jazz in Douro”, consolidando o seu papel como intérprete e compositor influente na música jazz portuguesa.
Discografia: “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022).
Pedro de Matos Miranda é músico, saxofonista e professor de música, destacando-se tanto na formação académica como na atuação em palco. Iniciou a sua formação musical aos 9 anos, demonstrando desde cedo uma grande sensibilidade para o saxofone, instrumento que viria a dominar ao longo da sua carreira. É licenciado em Educação Musical e possui vasta experiência em ensino, atuando em escolas, conservatórios e projetos musicais comunitários.
A sua trajetória profissional inclui a participação em diversas orquestras e grupos de jazz, onde se tem destacado pela versatilidade e improvisação. Como intérprete, Pedro Miranda integra projetos como a Orquestra de Jazz do Douro (OJD) e outras formações regionais e nacionais, colaborando com músicos de renome, como Mário Santos, Rui Cardozo, Fábio Almeida, José Menezes e Válter Palma.
Pedro de Matos Miranda tem participado em múltiplos festivais de jazz e concertos internacionais, incluindo o Douro Jazz, Jazz aos Montes, Raízes Africanas, e eventos como All of Me, 25 de Abril e Christmas Jazz. A sua presença nestes festivais destaca-se não apenas pela execução técnica impecável, mas também pela capacidade de improvisação e adaptação a diferentes estilos musicais, desde o jazz tradicional ao contemporâneo.
Além da atuação em palco, Pedro tem desenvolvido intensa atividade pedagógica, orientando jovens músicos e promovendo workshops, masterclasses e estágios de jazz. Entre os seus focos de ensino estão a improvisação, o trabalho de naipe, o desenvolvimento individual e a integração em conjuntos musicais, com especial atenção à dinâmica de grupo e à expressividade artística.
A sua discografia inclui participações em projetos como “4 por Jazz”, “3 Por Jazz”, “OJD”, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira. O seu contributo como músico e educador tem tido impacto significativo na promoção do jazz em Portugal, especialmente na região do Douro, onde continua a atuar como referência no desenvolvimento de talentos e na difusão cultural.
Pedro de Matos Miranda mantém-se ativo como músico, professor e mentor, combinando performance de alto nível com um compromisso contínuo com a educação musical, tornando-se uma figura central na cena do jazz e da música contemporânea portuguesa.
Paulo Miguel Ferreira Pontes é um músico especializado em percussão e vibrafone, com um percurso académico e profissional consolidado na música clássica e jazz. Possui Licenciatura e Mestrado em Ensino de Música pela Universidade do Minho e completou um Curso Profissional de Instrumentista de Sopros e Percussão na Escola Profissional de Música de Espinho. Ao longo da sua formação, participou em diversas masterclasses e workshops com professores e percussionistas de renome, aprimorando técnicas, interpretação e improvisação.
No seu percurso como intérprete, Paulo colaborou com múltiplas orquestras e formações musicais, entre elas: Orquestra Clássica de Espinho, Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra de Guimarães, Orquestra da Costa Atlântica, Orquestra Filarmónica de Braga, Orquestra do Atlântico, Ópera no Património, Orquestra na Academia e na Cidade, Banda Sinfónica Transmontana, Atlantic Percussion Group e Aos Vocalis.
Além da performance, Paulo tem também experiência pedagógica e de orientação musical, tendo conduzido workshops e masterclasses como:
Trabalhou com diversos maestros de prestígio, incluindo Rui Pinheiro, Pedro Neves, Jean-Marc Burn, Sergio Alapont, Luís Carvalho, Pedro Carneiro, Vitor Matos, Claude Villaret, Artur Pinho Maria, Francesco Belli, António Vitorino d’Almeida, José Ferreira Lobo, Valter Palma, Luís Clemente, José Maria Moreno, Hans Casteleyn, Paulo Martins, Zhang Guoyong e Adolfo Alejo, entre outros.
Como músico da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), Paulo destacou-se pela participação em importantes concertos e espetáculos de jazz, entre os quais: Stands de Jazz do Mundo, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
A sua experiência discográfica inclui o álbum “Jazz in Douro” (2022), contribuindo com a sua versatilidade e sensibilidade artística no panorama do jazz e da música de orquestra contemporânea.
Paulo José Ramalho Martins é músico e maestro, atualmente Diretor Executivo da Administração da ACROLAT’in. Possui uma formação sólida e diversificada em música: licenciou-se em Música, na variante de trompa, pela Universidade de Aveiro, concluiu um Mestrado em Ensino da Música na ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e um Mestrado em Performance de Trompa pelo Conservatorium Maastricht, na Holanda. Presentemente, encontra-se a frequentar o mestrado em Educação Musical na Escola Superior de Educação do Porto.
A sua formação musical começou cedo, no Conservatório Regional de Música de Vila Real, onde estudou trompa e formação musical. Complementou a sua aprendizagem com vários masterclasses e cursos de aperfeiçoamento, colaborando com importantes orquestras nacionais e internacionais, como a Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra da Costa Atlântica, BISYOC 2017 (Inglaterra), Neue Philharmonie München (Munique), Orquestra Filarmonia das Beiras, European Youth Week Orchestra, IJOA (Alemanha), Orquestra de Jovens da Holanda, Orquestra Filarmónica de Antuérpia, Orquestra Filarmónica de Mannheim e Orquestra Sinfónica do Porto – Casa da Música. É também membro efetivo da Banda Sinfónica Transmontana.
Ao longo da sua carreira, acompanhou e trabalhou com solistas de renome internacional, incluindo Lars Vogt, Mischa Maisky, Martha Argerich, Marc Coppey e Nuno Pinto, entre outros. Alcançou uma menção honrosa no Concurso “Jovens Trompistas” e apresentou-se em recitais a solo e em música de câmara em países como Portugal, Holanda, Alemanha e Polónia.
Paulo José gravou e tocou ao vivo diversas vezes para a Antena 2, RTP, TVI e SIC, interpretando em salas de prestígio tanto em Portugal como na Europa. Além de se apresentar, também participou como jurado no Concurso Interno da Academia de Artes de Chaves e orientou workshops e masterclasses de trompa e música de câmara na Academia de Música e Artes de Vila Real.
A nível profissional, é professor de trompa na Academia de Música de Vila Verde, foi diretor artístico da Banda Musical Rerizense e atualmente é Diretor Artístico da Banda Musical e Recreativa Castanheirense e da Orquestra de Jazz do Douro. A sua carreira combina excelência artística, dedicação pedagógica e liderança musical, sendo uma referência na música clássica e jazz em Portugal.
Mara Gomes Dias é uma cantora natural de Vila Real, com formação superior em Relações Públicas (UTAD). Desde cedo, dedicou-se à música, tendo frequentado aulas de canto com Marco Aurélio Moura, Ana Isabel Santos e Bel Viana, consolidando uma técnica vocal sólida e versátil.
Ao longo da sua carreira, Mara combinou a prática artística com o ensino, tendo sido professora de canto na Music’s Cool – Artes e Entretenimento e na Escolha Múltipla, em Vila Real e Sabrosa. Demonstrou ainda um forte envolvimento na formação de jovens músicos, sendo fundadora e orientadora da Tuna Juvenil de Vila Real.
Participou em diversos projetos musicais, incluindo a Tautad – Tuna Académica da UTAD, a Orquestra Ligeira ACROLAT’in e a Orquestra de Jazz do Douro (OJD). Ao longo de mais de 15 anos de experiência musical, Mara apresentou-se em diferentes contextos, interpretando variados estilos musicais, como Música Portuguesa, Pop-Rock, Jazz, Soul e Música Brasileira, com concertos regulares em casinos, hotéis, bares, bailes, semanas académicas, festas e romarias, tanto em Portugal como em Espanha.
Como cantora da OJD, trabalhou com maestros de renome como Carlos Mendes, Davide Rodrigues, Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma. Participou em vários estágios, masterclasses e workshops de jazz, dedicados ao improviso, classe de conjunto, naipe e individual, incluindo: Encontros de Jazz com Laurent Filipe, Encontro de Jazz com Laurent Filipe e Marco Sannini, com enfoque em originais e Jazz com Raízes Africanas, Encontro de Jazz com Laurent Filipe e José Meneses, Formação contínua de jazz com Rui Teixeira (2013–2014).
Na Orquestra de Jazz do Douro, Mara participou como cantora em projetos e espetáculos de destaque:
A sua discografia inclui os álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), evidenciando a sua capacidade interpretativa e versatilidade como cantora, consolidando o seu contributo no panorama do jazz e música de fusão em Portugal.
Virgílio Manuel da Silva Pinto Palma é músico e saxofonista, sendo também um dos fundadores da ACROLAT’in. Embora tenha iniciado o seu percurso académico em escultura, licenciando-se na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP), a sua carreira musical começou aos 15 anos, integrando em 1989 a Banda Marcial da Foz do Douro, sob a direção de maestros como Afonso Alves, Paulo Perfeito e Filipe Lopes.
Virgílio Palma desenvolveu-se musicalmente em diferentes contextos, participando na Orquestra Ligeira “La Belle Époque”, atuando em casinos, hotéis e no emblemático Palácio da Bolsa, perante audiências nacionais e internacionais. Entre 2000 e 2004, integrou a Orquestra do Festival da Canção de Mancelos, dirigida por Afonso Alves.
A sua formação em jazz inclui aulas de saxofone e improvisação com Mário Santos, Rui Cardozo e Fábio Almeida. Em 2013 participou no Douro Jazz com o projeto “4 por Jazz”, ao lado de Rui Cardoso (guitarra), Álvaro Anjos (contrabaixo) e Carlos Fernandes (bateria). Ao longo da sua carreira, Virgílio Palma tem integrado projetos musicais diversos, como “OJD”, “Douro Marching Band”, “2 Por Jazz”, “3 Por Jazz” e “4 Por Jazz”. Em 2018 participou no workshop e concerto no Douro Jazz com os Phantom Trio, juntamente com Fábio Almeida (saxofone), João Martins (bateria) e Sérgio Tavares (contrabaixo).
Como músico da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), trabalhou com maestros de renome, incluindo Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, Carlos Mendes, David Rodrigues, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma. Frequentou múltiplos estágios, masterclasses e workshops de jazz, abrangendo improvisação, classes de conjunto, trabalho de naipe e desenvolvimento individual, incluindo o prestigiado evento “Jazz aos Montes”, orientado por Filipe Melo, Pedro Moreira e Gonçalo Marques.
O seu percurso artístico inclui apresentações em inúmeros concertos e festivais, como Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas, Tesouros da Canção Napolitana, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
Na sua discografia destacam-se os álbuns “Crónicas de um pássaro antes de partir” de Vítor Hugo Ribeiro, “All of Me” e “Jazz in Douro”, nos quais contribuiu como saxofonista, improvisador e intérprete. A carreira de Virgílio Palma é marcada por uma intensa dedicação ao jazz, à música improvisada e à promoção da cultura musical em Portugal, consolidando-se como uma referência na cena musical transmontana e nacional.
Manuel da Silva Oliveira é um trompetista e músico com uma carreira sólida que combina formação académica e musical com experiência em diversas orquestras, bandas e projetos de jazz. Licenciado em Físico-Química pela Universidade de Aveiro, Manuel iniciou a sua trajetória musical na Banda Musical de Oliveira, onde descobriu a sua paixão pelo trompete. Desde cedo, demonstrou dedicação e talento, conciliando estudos académicos com uma intensa atividade musical.
A sua formação musical avançou no Conservatório Regional de Música de Vila Real (CRMVR), onde estudou trompete e formação musical, adquirindo uma base técnica sólida e competências de interpretação musical. Durante este período, integrou várias formações, incluindo a Orquestra de Sopros CRMVR, a Orquestra Ligeira CRMVR, a Orquestra “Douro Cultural” Big Band, o Quinteto de Metais de Barcelos e o Quarteto de Metais do CRMVR.
Manuel participou em diversos workshops e masterclasses com maestros de referência, como David Rodrigues, Vera Jesus, Diogo Taveira, Válter Palma e Carlos Marques, tanto na Banda Distrital de Vila Real como na Banda Musical do Pontido sob orientação de Paulo Martins. Estas experiências contribuíram para a sua maturidade artística e capacidade de integração em diferentes agrupamentos musicais.
Atualmente, Manuel integra a Banda de Música da Portela, a Orquestra Ligeira ACROLAT’in, a Orquestra de Jazz do Douro (OJD) e a Douro Marching Band, participando ativamente em concertos, festivais e projetos musicais de relevo. Na OJD, trabalhou com maestros como Carlos Mendes, Davide Rodrigues, Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma. Frequentou diversos estágios, masterclasses e workshops de jazz, desenvolvendo competências em improvisação, prática de naipe, classe de conjunto e treino individual, incluindo encontros como o “3º Encontro de Jazz” (2012) com Laurent Filipe e Marco Sannini em Nápoles, o “4º Encontro de Jazz” (2013) com Laurent Filipe e José Meneses, formação contínua com Rui Teixeira (2013-2014) e o projeto “Jazz aos Montes” (2015) no Teatro de Vila Real, orientado por Filipe Melo, Pedro Moreira e Gonçalo Marques.
Na Orquestra de Jazz do Douro, Manuel destacou-se em projetos e concertos como Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas com Marcus Sannini e Laurent Filipe, Tesouros da Canção Napolitana com Marcus Sannini e Emilia Zamuner, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
A sua discografia inclui os álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), refletindo a sua versatilidade e capacidade de integrar improvisação, interpretação sofisticada e colaboração artística em projetos coletivos de elevada qualidade. Manuel da Silva Oliveira é hoje reconhecido pela sua técnica, sensibilidade musical e contribuição ativa para a cena jazzística e clássica em Portugal.
Luís Filipe Pinto Marques é trombonista e engenheiro, com uma carreira marcada pela excelência musical e pela participação em orquestras e projetos de jazz de relevo. É mestre em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pela UTAD, Vila Real, e iniciou o estudo do trombone na Banda Musical do Pontido, sob orientação de Américo Costa.
Prosseguiu a sua formação musical no Conservatório Regional de Música de Vila Real (CRMVR), frequentando a classe de trombone de David Silva e Marco Rascão. Durante este período, participou em numerosas masterclasses e estágios de orquestra com professores e maestros conceituados em Portugal, como Francisco Ferreira, José Eduardo Gomes, Filipe Fonseca, David Silva e Álvaro Pinto.
Entre as suas participações destacam-se o III Estágio da Banda Sinfónica da Covilhã, o Concerto de Solistas do CRMVR, bem como uma interpretação a solo na Casa da Música do Concerto para Trombone e Banda de Nikolai Rimsky-Korsakov. Luís Filipe integrou a Orquestra de Sopros do CRMVR, participou em estágios da Banda Distrital de Vila Real com maestros como David Rodrigues, Vera Jesus, Diogo Taveira e Válter Palma, e no Estágio de Verão da Banda Musical do Pontido com Paulo Martins. Também colaborou com a Orquestra Clássica da FEUP sob a direção de José Eduardo Gomes.
Como trombonista da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), Luís Filipe participou em diversos concertos e projetos, trabalhando com maestros de destaque como Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, David Rodrigues, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma. Frequentou vários estágios, masterclasses e workshops de jazz, envolvendo improvisação, prática em classe de conjunto, naipe e individual, incluindo o “4º Encontro de Jazz” com Laurent Filipe e José Meneses, formação de jazz contínua com Rui Teixeira, e o evento “Jazz aos Montes” no Teatro de Vila Real em 2015, orientado pelos músicos Filipe Melo, Pedro Moreira e Gonçalo Marques.
Destaca-se a sua participação em inúmeros projetos da OJD, incluindo Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas com Marcus Sannini e Laurent Filipe, Tesouros da Canção Napolitana com Marcus Sannini e Emilia Zamuner, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, espetáculos de 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
A sua discografia inclui os álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), refletindo a sua versatilidade, domínio técnico do trombone e contributo significativo para a música de jazz e contemporânea em Portugal. Luís Filipe Pinto Marques é reconhecido pelo virtuosismo, dedicação à música e pela capacidade de integrar tradição e inovação em todos os projetos em que participa.
Luís Filipe Pinto Marques é trombonista e engenheiro, com uma carreira marcada pela excelência musical e pela participação em orquestras e projetos de jazz de relevo. É mestre em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pela UTAD, Vila Real, e iniciou o estudo do trombone na Banda Musical do Pontido, sob orientação de Américo Costa.
Prosseguiu a sua formação musical no Conservatório Regional de Música de Vila Real (CRMVR), frequentando a classe de trombone de David Silva e Marco Rascão. Durante este período, participou em numerosas masterclasses e estágios de orquestra com professores e maestros conceituados em Portugal, como Francisco Ferreira, José Eduardo Gomes, Filipe Fonseca, David Silva e Álvaro Pinto.
Entre as suas participações destacam-se o III Estágio da Banda Sinfónica da Covilhã, o Concerto de Solistas do CRMVR, bem como uma interpretação a solo na Casa da Música do Concerto para Trombone e Banda de Nikolai Rimsky-Korsakov. Luís Filipe integrou a Orquestra de Sopros do CRMVR, participou em estágios da Banda Distrital de Vila Real com maestros como David Rodrigues, Vera Jesus, Diogo Taveira e Válter Palma, e no Estágio de Verão da Banda Musical do Pontido com Paulo Martins. Também colaborou com a Orquestra Clássica da FEUP sob a direção de José Eduardo Gomes.
Como trombonista da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), Luís Filipe participou em diversos concertos e projetos, trabalhando com maestros de destaque como Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, David Rodrigues, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma. Frequentou vários estágios, masterclasses e workshops de jazz, envolvendo improvisação, prática em classe de conjunto, naipe e individual, incluindo o “4º Encontro de Jazz” com Laurent Filipe e José Meneses, formação de jazz contínua com Rui Teixeira, e o evento “Jazz aos Montes” no Teatro de Vila Real em 2015, orientado pelos músicos Filipe Melo, Pedro Moreira e Gonçalo Marques.
Destaca-se a sua participação em inúmeros projetos da OJD, incluindo Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas com Marcus Sannini e Laurent Filipe, Tesouros da Canção Napolitana com Marcus Sannini e Emilia Zamuner, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, espetáculos de 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
A sua discografia inclui os álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), refletindo a sua versatilidade, domínio técnico do trombone e contributo significativo para a música de jazz e contemporânea em Portugal. Luís Filipe Pinto Marques é reconhecido pelo virtuosismo, dedicação à música e pela capacidade de integrar tradição e inovação em todos os projetos em que participa.
Leonardo José do Cimo Afonso é um músico especializado em saxofone, cuja trajetória combina excelência académica, reconhecimento em concursos internacionais e uma intensa atividade em orquestras e projetos de jazz. Licenciado pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), Leonardo construiu uma carreira sólida, destacando-se tanto como solista como músico de conjunto.
Ao longo da sua formação, colaborou com a Orquestra Sinfónica do Porto sob a direção de Steven Sloane e Mário Laginha, atuando como solista e demonstrando maturidade artística desde cedo. O seu talento foi também reconhecido em concursos internacionais: em 2016 conquistou o 2º lugar no Concurso Internacional “Terras de La Salette” em Oliveira de Azeméis; em 2017 obteve o 3º lugar no mesmo concurso e, nesse mesmo ano, alcançou o 1º lugar no “Chieri International Competition” em Itália com o grupo “Ventos in Blue”, na categoria Música de Câmara, além de ter sido finalista como solista na categoria Júnior.
Leonardo aprimorou a sua técnica e interpretação em diversas masterclasses com renomados saxofonistas internacionais, incluindo Marcus Weiss, Johan van der Linden, Christian Wirth, Anthony Malkoun, Mario Marzi, Fernando Ramos, Matthieu Délage, Timothy McAllister, Nacho Gáscon, Joe Murphy, Alfonso Padilla, Christophe Grézes e Otis Murphy, entre outros, evidenciando uma formação abrangente e de alto nível.
No ensino, Leonardo contribui como professor de saxofone na AMAVR e como formador na Orquestra Júnior, além de orientar diversos estágios e formações para jovens músicos, demonstrando dedicação à transmissão de conhecimento e ao desenvolvimento de novas gerações de instrumentistas.
Como músico da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), participou em numerosos concertos e trabalhou com maestros de renome, incluindo Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, David Rodrigues, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma. Frequentou múltiplos estágios, masterclasses e workshops de jazz, desenvolvendo competências em improvisação, trabalho de conjunto, naipes e prática individual, destacando-se a sua participação no 4º Encontro de Jazz com Laurent Filipe e José Meneses, na formação em jazz com Rui Teixeira e no evento “Jazz aos Montes” em 2015, orientado por Filipe Melo, Pedro Moreira e Gonçalo Marques.
A sua atuação na Orquestra de Jazz do Douro inclui uma ampla variedade de concertos e projetos, tais como: Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas com Marcus Sannini e Laurent Filipe, Tesouros da Canção Napolitana com Marcus Sannini e Emilia Zamuner, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
A discografia de Leonardo inclui os álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), refletindo a sua capacidade de interpretar e inovar dentro do universo do jazz, conciliando tradição, improvisação e colaboração artística de alto nível. Reconhecido pela sua técnica refinada, musicalidade e versatilidade, Leonardo José do Cimo Afonso afirma-se como uma referência contemporânea no saxofone em Portugal, contribuindo ativamente para a vitalidade do panorama musical nacional e regional.
João Miguel Pinto de Carvalho é um músico especializado em trompete, com uma carreira que combina formação académica sólida, experiência em orquestras e bandas, e uma participação ativa em projetos de jazz de destaque. Licenciado em Engenharia de Energias pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e mestre em Engenharia Eletrotécnica – Sistemas Elétricos de Energia pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto, João alia a sua formação técnica à dedicação à música, refletindo uma disciplina e rigor notáveis.
A sua educação musical iniciou-se no Conservatório Regional de Música de Vila Real (CRMVR), onde estudou trompete e formação musical, desenvolvendo uma base sólida de técnica e interpretação. Durante este período, integrou a Orquestra de Sopros do CRMVR e participou na Banda Distrital de Vila Real, onde teve oportunidade de frequentar workshops e masterclasses com maestros conceituados como David Rodrigues, Vera Jesus, Diogo Taveira, Válter Palma e Carlos Marques. Também colaborou com a Banda Musical do Pontido sob a orientação de Paulo Martins.
João é atualmente membro ativo da Banda de Música da Portela, da Orquestra de Jazz do Douro (OJD) e da Douro Marching Band, mostrando uma versatilidade notável tanto em repertório clássico como em jazz e música popular. Na OJD, trabalhou com maestros de renome como Carlos Mendes, Davide Rodrigues, Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma, participando em diversos concertos e projetos de relevo.
Ao longo da sua carreira, frequentou múltiplos estágios, masterclasses e workshops de jazz, desenvolvendo competências em improvisação, trabalho de conjunto, prática de naipes e treino individual. Destacam-se eventos como o 1º ao 4º Encontro de Jazz (2010–2013) com Laurent Filipe, 2013–2014 formação contínua em jazz com Rui Teixeira, e o projeto “Jazz aos Montes” em 2015, orientado pelos músicos Filipe Melo, Pedro Moreira e Gonçalo Marques. Entre 2016 e 2016 participou na fusão de música tradicional com jazz, consolidando a sua experiência em estilos híbridos e inovadores.
Na Orquestra de Jazz do Douro, João Miguel Pinto de Carvalho participou em uma ampla variedade de projetos, incluindo: Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas com Marcus Sannini e Laurent Filipe, Tesouros da Canção Napolitana com Marcus Sannini e Emilia Zamuner, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
A sua discografia inclui os álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), refletindo a sua capacidade de integrar improvisação, interpretação sofisticada e colaboração artística em projetos coletivos de alto nível. Reconhecido pelo seu virtuosismo, musicalidade e compromisso com a evolução contínua, João afirma-se como uma referência contemporânea no trompete em Portugal, contribuindo de forma significativa para o panorama musical nacional e regional.
Gabriel Ferraz Teixeira Bessa Pinto é um pianista e compositor com um percurso marcado pela dedicação à música improvisada e ao jazz. Começou a estudar órgão aos nove anos de idade, e desde cedo demonstrou uma paixão pela interpretação musical, desenvolvendo-se em várias áreas da música clássica e contemporânea. A sua formação inclui passagens pela Escola de Jazz do Porto, Escola de Música Silva Monteiro e Conservatório de Música do Porto, assim como uma Licenciatura em Educação Musical para o Ensino Básico na ESEC. Complementou ainda a sua formação com o curso de piano jazz da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE), consolidando a sua especialização no jazz e na improvisação.
O interesse de Gabriel pelo jazz intensificou-se através da discografia de grandes nomes do género, como Bill Evans e Herbie Hancock, influenciando profundamente a sua abordagem musical. Ao longo do seu percurso, participou em múltiplas masterclasses e workshops, trabalhando com músicos de renome como Mario Rossi, Mário Laginha, George Colligan, Don Byron e Cecil Bridgewater, incluindo participações no Guimarães Jazz, entre outros eventos de prestígio.
Como músico profissional, Gabriel tem sido ativo tanto como intérprete quanto como compositor. Colaborou nos discos “Nebulosa” (2010), “Partícula” (2011) e “Grand Vallis” (2014) do contrabaixista portuense Hugo Carvalhais, editados pela Cleenfeed. Estes projetos permitiram-lhe atuar em vários festivais de jazz, incluindo Festival Jazz.pt (2010), Festa do S. Luiz (2011), Festival Cleenfeed (2011), Festival Internacional 12 Points (2012) e Festival do Seixal Jazz (2011 e 2016), além de concertos em Espanha e França, e partilhar o palco com figuras internacionais do jazz como Emile Parisien, Dominique Pifarélli e Liudas Mockunas.
Gabriel é também professor de música em ensino artístico, dedicando-se à formação de novos músicos, especialmente na área da música improvisada. Na Orquestra de Jazz do Douro (OJD), trabalhou com o maestro Válter Palma, participando em diversos projetos e espetáculos, incluindo:
A sua discografia inclui os álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), nos quais se evidencia a sua técnica virtuosa e sensibilidade musical, destacando-se como uma das figuras centrais na promoção e desenvolvimento do jazz contemporâneo na região do Douro.
Diogo Alexandre Taveira Silva é um trombonista baixo com uma carreira sólida e multifacetada, reconhecido tanto em Portugal como internacionalmente. Licenciado pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), iniciou o seu percurso musical na Banda de Música de Mateus, consolidando posteriormente a sua formação académica no Conservatório Regional de Vila Real (CRMVR) e na ESPROARTE, antes de ingressar na ESMAE. Atualmente, é professor de trombone na AMAVR, contribuindo para a formação de novas gerações de músicos.
Diogo possui um percurso competitivo de destaque, tendo sido distinguido em vários concursos nacionais e internacionais: 1º Prémio no Concurso Internacional Terras de la Salette – Trombone Baixo Júnior, 2º Prémio no mesmo concurso – Trombone Baixo Sénior, 1º Prémio no Concurso Internacional Terras de la Salette – Trombone Baixo Sénior, 1º Prémio no Concurso Internacional Eixo Atlântico – categoria C (Espanha) e 3º Prémio no CIT (Concurso Internacional de Trombone).
Ao longo da sua carreira, frequentou inúmeras masterclasses com professores e solistas de renome internacional, entre os quais Stefan Schulz, Nuno Scarpa, Severo Martinez, Jon Etterbeek, Hugo Assunção, Marco Rascão, David Silva, Nathan Zgonc, David Taylor, Alexandre Vilela, Ricardo Pereira, Gonçalo Dias, Rui Bandeira, Sergio Carolino, Jacques Mauger, David Bruchez, Gabriel Antão, João Martinho, Francisco Guillen, Mike Forbes, Ricardo Molla e Gene Pokorny.
Como intérprete, colaborou com diversas orquestras de prestígio, incluindo a Orquestra Sinfónica da Casa da Música, a Orquestra Nacional do Teatro de São Carlos, a Jovem Orquestra Portuguesa, a Orquestra APROARTE, e tocou a solo com a Orquestra Filarmonia das Beiras. Atualmente, é trombone baixo na Orquestra Ópera no Património, na Banda Sinfónica Transmontana e na Orquestra de Jazz do Douro (OJD).
Na OJD, Diogo trabalhou com os maestros Laurent Filipe, Marco Sannini, Carlos Taveira e Válter Palma, participando em numerosos concertos e festivais de jazz, incluindo Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas, com Marcus Sannini e Laurent Filipe; Tesouros da Canção Napolitana, com Marcus Sannini e Emilia Zamuner; Fusão Jazz com Galandum Galundaina; espetáculos de 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro e colaborações com artistas como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco e Maria João.
A sua discografia inclui os álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), nos quais a sua técnica e expressividade no trombone baixo se destacam, contribuindo para o prestígio da Orquestra de Jazz do Douro e para a divulgação do jazz contemporâneo na região do Douro.
Carlos Filipe Lage Coelho é um trombonista com uma sólida formação musical e uma carreira marcada pela participação em projetos de relevo no panorama do jazz e da música de orquestra na região de Vila Real e Douro. Mestre em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pela UTAD, iniciou o seu percurso musical aos 11 anos, quando entrou na Banda Musical do Pontido, aprendendo trombone. Pouco depois, passou nas provas de admissão do Conservatório Regional de Música de Vila Real (CRMVR), onde concluiu o 8º Grau em Trombone com o professor Marco Rascão.
Ao longo do seu percurso formativo, Carlos frequentou diversos estágios e masterclasses com maestros e professores de referência, como Paulo Martins, Filipe Fonseca, Nuno Osório e Válter Palma. Participou em vários projetos orquestrais e de música de câmara, incluindo a Orquestra de Sopros CRMVR, Orquestra de Metais CRMVR e Orquestra Ligeira CRMVR, orientadas pelos professores Carlos Nunes e Válter Palma, bem como o Estágio de Verão da Banda Musical do Pontido com Paulo Martins.
Destacam-se também as suas participações em projetos musicais de grande porte, como a interpretação de obras clássicas e contemporâneas: “Missa Brevis” de Jacob de Haan, com Luís Santos; “Requiem” de Mozart, com Nuno Osório; e “Harry Potter” de John Williams, com Filipe Fonseca.
Carlos integra atualmente a Banda Musical do Pontido, a Orquestra de Jazz do Douro (OJD) e a Douro Marching Band, contribuindo para a dinamização e crescimento destes projetos musicais.
Como músico da OJD, participou em numerosos concertos desde 2015, trabalhando regularmente com o maestro Válter Palma, incluindo a preparação e execução do espetáculo “Christmas Jazz” em dezembro de 2019, conhecido pelos arranjos exuberantes e interpretações intemporais de temas natalícios.
Destacam-se ainda as suas participações em eventos e concertos de grande visibilidade: Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas, com Marcus Sannini e Laurent Filipe; Tesouros da Canção Napolitana, com Marcus Sannini e Emilia Zamuner; Fusão Jazz com Galandum Galundaina; espetáculos comemorativos de 25 de Abril, All of Me, Jazz in Douro, Christmas Jazz, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
Na sua trajetória discográfica, Carlos Filipe Lage Coelho participou nos álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), que refletem a qualidade e o alcance das produções da OJD e da ACROLAT’in. A sua carreira combina excelência técnica, dedicação à música e à formação contínua, consolidando-o como um elemento relevante no panorama musical da região.
Barbara Maria Azevedo do Carmo Canhoto é uma cantora e musicista com formação académica em Biologia (Licenciatura – UTAD) e Mestrado em Recursos Biológicos Aquáticos (FCUP). Para além do percurso científico, desenvolveu desde cedo uma carreira artística sólida, sendo também fundadora da ACROLAT’in, associação promotora de atividades musicais e culturais.
O seu percurso musical começou em 1996, quando se tornou solista da Tuna AUTAD, função que manteve até 2006, ao mesmo tempo que era vocalista em bandas de diferentes estilos, incluindo Música Portuguesa, Pop-Rock, Jazz e Música Brasileira. Entre 2006 e 2009, frequentou aulas de canto com Pedro Telles e participou no elenco inicial do espetáculo “Jesus Cristo Superstar” de Filipe La Féria. Também integrou o Coro Capella Musical de S. Pedro, dirigido por Carlos Meireles, e participou em diversos espetáculos, como “Written in the Stars”, com temas da Disney e Broadway.
Entre 2012 e 2013, aprimorou a sua formação vocal na Escola de Jazz do Porto, com Luís Castro, e fez formação musical e combo jazz com Pedro Barreiros. É cantora dos projetos “Entre Sons” e “Quinteto Bossa no Ar”, consolidando-se como intérprete versátil, com experiência em jazz, música popular e música de fusão.
Como cantora da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), Barbara participou em múltiplos concertos, trabalhando com maestros como Carlos Mendes, Davide Rodrigues, Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma. Frequentou diversos estágios, masterclasses e workshops de jazz, dedicados ao improviso, classe de conjunto, naipe e individual, incluindo: Encontros de Jazz com Laurent Filipe, Encontro de Jazz com Laurent Filipe e Marco Sannini, com enfoque em originais e Jazz com Raízes Africanas, Encontro de Jazz com Laurent Filipe e José Meneses, Formação contínua de jazz com Rui Teixeira (2013–2014).
Na Orquestra de Jazz do Douro, participou como cantora em projetos de relevo:
A sua experiência discográfica inclui os álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), destacando-se pelo talento interpretativo, versatilidade e sensibilidade musical, contribuindo significativamente para o panorama do jazz e música de fusão em Portugal.
Álvaro José Adão da Costa Anjos é um músico natural de Chaves, com um percurso marcado pela dedicação ao baixo e contrabaixo, tanto no jazz como na música contemporânea. Possui Licenciatura em Ensino Básico, Variante Educação Musical, e formação especializada em Contrabaixo de Jazz na Escola de Jazz do Porto. Complementou a sua formação com estudos em música ORFF, música e novas tecnologias, consolidando uma abordagem pedagógica e artística diversificada.
Álvaro é professor de música na Orquestra Orff, leciona guitarra e baixo na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior e na Academia de Música e Artes de Vila Real, transmitindo a sua experiência a várias gerações de músicos.
A sua formação musical começou na Academia de Música Mozart de Chaves, onde estudou guitarra clássica e formação musical. Posteriormente, frequentou aulas particulares com conceituados contrabaixistas como Ulrich Charlé, Alberto Jorge e Filipe Teixeira, e na Escola de Jazz do Porto estudou contrabaixo com Alberto Jorge, além de frequentar o Combo Jazz orientado por Pedro Barreiro.
Como instrumentista, Álvaro participou em vários projetos de destaque:
Participou ainda em diversos festivais de música e jazz, incluindo Douro Jazz, Outono de Allariz, Mostra Luso-Galaica d’Arte Contemporânea e Noites de Jazz, evidenciando a sua versatilidade e capacidade de adaptação a diferentes contextos musicais.
Como músico da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), Álvaro trabalhou com maestros de referência como Carlos Mendes, Davide Rodrigues, Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma, participando em múltiplos estágios, masterclasses e workshops de jazz, explorando improvisação, classe de conjunto, naipe e trabalho individual.
No contexto da OJD, Álvaro destacou-se na participação em projetos e concertos de grande relevância: Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas com Marcus Sannini e Laurent Filipe, Tesouros da Canção Napolitana com Marcus Sannini e Emilia Zamuner, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco e Maria.
Álvaro participou na recriação da obra musical “All of Me” e na criação, gravação e edição da obra musical “Jazz in Douro”, consolidando a sua presença como contrabaixista e intérprete de jazz de referência no panorama nacional.
Discografia: “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022).
Alexandre Gomes Silveira Fraguito é um músico multifacetado, especializado em saxofone e clarinete, com uma sólida formação académica e ampla experiência em performance e direção musical. Licenciado na variante de Educação Musical e com a conclusão curricular do Doutoramento em “Investigar para educar no séc. XXI” pela Universidade de Valladolid, Alexandre alia rigor académico à prática artística, destacando-se como intérprete, professor e maestro em diferentes contextos musicais.
A sua formação musical inclui estudos de clarinete com Adérito Silveira, Manuel Jerónimo, Sérgio Oliveira, Paulo Gaspar e Iva Barbosa, bem como estudos de saxofone no Curso Livre de Jazz do Conservatório Regional de Vila Real com Fábio Almeida. Complementou a sua educação artística com aulas de canto ministradas por Carlos Taveira, desenvolvendo assim uma compreensão aprofundada da técnica vocal e da interpretação musical.
Alexandre iniciou a sua trajetória na Banda de Música de Mateus, em Vila Real, e integrou importantes agrupamentos como a Orquestra de Sopros Jovens Músicos sob a direção de Jan Cober, a Orquestra Sinfónica das Escolas de Música com Leonardo Barros, a Orquestra de Clarinetes de Almada com Manuel Jerónimo, a Orquestra da Federação Transmontana Duriense de Bandas Filarmónicas com Ricardo Feitas, e a Orquestra de Sopros e Percussão de Lamego, bem como a “Douro Lamego Orquestra”. Para além destas experiências, é elemento ativo do Coral da cidade de Vila Real, do Coro da Sé de Vila Real e do Orfeão da UTAD, destacando-se também na música coral.
No campo da direção musical, Alexandre participou em cursos com maestros de renome, como Marcel Van Bree, Fernando Marinho e Rafael Agulló Albors, e atualmente frequenta o terceiro ano da Licenciatura em Direção de Orquestra e Banda na Escola Maestro Navarro Lara. A sua experiência de direção inclui trabalhos com o Grupo Coral de Mateus, a Banda de Música de Vimioso, a Banda de Música de Sanguinhedo e a Orquestra de Sopros e Percussão de Lamego, demonstrando grande competência na liderança de grupos musicais de diferentes dimensões e estilos.
Como músico da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), Alexandre colaborou com maestros como Laurent Filipe, Marco Sannini e Válter Palma, participando em diversos estágios, masterclasses e workshops de jazz focados em improvisação, classe de conjunto, trabalho de naipe e prática individual. Destacam-se as suas participações em eventos e festivais como Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas com Marcus Sannini e Laurent Filipe, Tesouros da Canção Napolitana com Marcus Sannini e Emilia Zamuner, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
A sua discografia inclui os álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), que refletem a sua versatilidade como músico e a capacidade de transitar entre o jazz, a música clássica e o repertório contemporâneo, sempre com um elevado nível técnico e expressivo.
Alexandre Gomes Silveira Fraguito combina a prática performativa de excelência com uma visão educativa e artística sólida, tornando-se uma figura de referência na música em Portugal, tanto no panorama do jazz como na música coral e sinfónica.
Afonso José Teixeira Cécio é um músico e trompetista com uma carreira marcada por uma sólida formação musical desde a infância, aliada a experiência em orquestras, bandas e projetos de jazz de relevo. Licenciado em Enfermagem desde 2019, Afonso conseguiu conciliar a sua dedicação académica com o desenvolvimento da carreira musical, evidenciando disciplina, paixão e versatilidade.
A sua ligação à música começou aos 10 anos, ao ingressar na Banda de Música da Portela, sob orientação do maestro Carlos Taveira, onde iniciou os estudos de trompete. Em 2009 ingressou no Conservatório Regional de Música de Vila Real (CRMVR), onde aprofundou os seus conhecimentos em trompete e formação musical, consolidando técnicas de interpretação e prática de conjunto. Durante este período, fez parte da Orquestra de Sopros do CRMVR, da Orquestra Ligeira do CRMVR e integrou o Quarteto de Metais do conservatório.
Afonso participou em vários estágios e masterclasses com nomes de referência na música portuguesa, incluindo António Ferreira, Filipe Fonseca, Válter Palma, Vera Dias e Luís Filipe Santos. Destacam-se o Estágio da Banda Distrital de Vila Real e o Estágio Nacional de Orquestra de Sopros da Paróquia de Silvalde, bem como o projeto “Missa Brevis” de Jacob de Haan em 2016, com o Coro Câmara D’Ouro. Em 2017, participou em atividades de aperfeiçoamento artístico e orientação de solistas da Banda Sinfónica Portuguesa, com Telmo Barbosa e Joana Bento. Paralelamente, frequentou o curso de Direção de Banda, Orquestra e Coro com João Raquel, ampliando a sua visão sobre regência e condução musical.
Afonso leciona trompete e classe de conjunto na Escola de Música da Cumieira, transmitindo conhecimento técnico e artístico a novas gerações de músicos, demonstrando vocação pedagógica e compromisso com a música educativa.
Como músico da Orquestra de Jazz do Douro (OJD), Afonso participou em inúmeros concertos e projetos, colaborando com maestros como Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, David Rodrigues, Rui Teixeira, Carlos Taveira e Válter Palma. Frequentou diversos estágios, masterclasses e workshops de jazz, desenvolvendo competências em improvisação, prática de naipe, classe de conjunto e treino individual. Entre os destaques incluem-se o “4º Encontro de Jazz” com Laurent Filipe e José Meneses, formação contínua em jazz com Rui Teixeira e o projeto “Jazz aos Montes” em 2015, no Teatro de Vila Real, orientado por Filipe Melo, Pedro Moreira e Gonçalo Marques.
Na Orquestra de Jazz do Douro, Afonso participou em projetos e concertos de grande impacto, tais como: Stands de Jazz do Mundo, Jazz aos Montes, Raízes Africanas com Marcus Sannini e Laurent Filipe, Tesouros da Canção Napolitana com Marcus Sannini e Emilia Zamuner, Fusão Jazz com Galandum Galundaina, 25 de Abril, Christmas Jazz, All of Me, Jazz in Douro, bem como colaborações com artistas de renome como, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
A sua discografia inclui os álbuns “All of Me” (2019) e “Jazz in Douro” (2022), refletindo a sua capacidade de integrar improvisação, interpretação sofisticada e colaboração artística em projetos coletivos de alta qualidade. Reconhecido pelo seu talento, dedicação e profissionalismo, Afonso José Teixeira Cécio é hoje uma referência no trompete em Portugal, destacando-se tanto na música clássica quanto no jazz contemporâneo, com uma presença constante na cena musical nacional.