A Orquestra de Jazz do Douro (OJD) é a única formação do género na Região de Trás-os-Montes e Alto Douro (RTMAD), foi criada em 2006 e tem como missão desenvolver e divulgar projetos musicais diversificados, com especial enfoque no jazz. Assume-se como o projeto estruturante da ACROLAT’in, cuja atividade centra-se na investigação, criação, divulgação, formação e edição discográfica no domínio do jazz, o repertório abrange diversas estéticas do jazz mundial e com particular enfoque no jazz português.
A OJD é composta por uma seleção de músicos com sólida formação académica e artística, cuja atividade profissional se centra na interpretação, investigação, criação e fusão do jazz. A maioria dos seus membros atua em conjunto há mais de 10 anos, acumulando múltiplos concertos, estágios e colaborações com músicos de referência nacional e internacional.
Ao longo da sua trajetória, a OJD foi orientada por maestros de grande prestígio: Carlos Mendes, Davide Rodrigues, Laurent Filipe, Marco Sannini, José Menezes, Rui Teixeira, Carlos Taveira, Válter Palma e, atualmente, Paulo José Martins.
O percurso da orquestra tem sido marcado por programas de formação, workshops e masterclasses sobre jazz e improvisação, em colaboração com artistas de renome nacional e internacional, tais como: Laurent Filipe, Marco Sannini, Emilia Zamuner, José Menezes, Rui Teixeira, Filipe Melo, Pedro Moreira, Gonçalo Marques, Paulo Gomes, Elas e o Jazz, Luísa Sobral, Cristina Branco, Maria João e Júlio Pereira.
Estas residências/oficinas artísticas de âmbito jazzístico, permitiram desenvolver competências de trabalho individual, de naipe, de conjunto/tutti, improvisação, interpretação e repertório, culminando sempre em apresentações públicas.
2010 – 1.º Encontro de Jazz com Laurent Filipe: formação jazz e interpretação de standards.
2011 – 2.º Encontro de Jazz com Laurent Filipe: continuidade da formação jazzística.
2012 – 3.º Encontro de Jazz com Laurent Filipe e Marco Sannini (Nápoles): interpretação de originais e exploração do jazz com raízes africanas.
2013 – 4.º Encontro de Jazz com Laurent Filipe e José Meneses: interpretação de clássicos do jazz.
2013/2014 – Programa anual com Rui Teixeira: aprofundamento da formação jazzística.
2015 – Jazz aos Montes (Teatro de Vila Real), com Filipe Melo, Pedro Moreira e Gonçalo Marques.
2016 – Galandum Galundaina & OJD: fusão entre jazz e música tradicional do Douro.
2017 – Tesouros da Canção Napolitana, com Marco Sannini e Emilia Zamuner (Conservatório de Jazz de Nápoles).
2019 – Gravação do CD All of Me, após estágio intensivo.
2019 – Christmas Jazz: interpretação de clássicos natalícios.
2021 – X FITAP e V FIMUS JAZZ (Brasil): apresentação da obra All of Me.
2021/2022 – Criação, gravação e edição de Jazz in Douro.
2022 – IX FITAP e VI FIMUS JAZZ (Brasil): apresentação de Jazz in Douro.
2022 – Douro Jazz – Elas e o Jazz.
2023 – Douro Jazz com Luísa Sobral.
2024 – “Abril” com Cristina Branco.
2024 – Douro Jazz com Maria João.
2025 – Douro Jazz “Rasgar” com Júlio Pereira.
All of Me
Jazz in Douro
Dimensão artística e pedagógica
A OJD assume-se como um projeto de inovação, originalidade e excelência, com os seguintes eixos de atuação:
Criar e consolidar um polo jazzístico no interior de Portugal, único no raio de 100 km.
Promover a investigação, criação, formação, edição e circulação do jazz português.
Estimular a interação entre músicos de diferentes gerações, origens e estilos.
Valorizar a igualdade de género na criação artística.
Explorar a fusão entre jazz e raízes culturais do Douro, em diálogo entre tradição e contemporaneidade.
Equipa
Direção e produção: Vítor Pinto, Paulo José Martins, Levi Silva e Goreti Cachide (com apoio da Fornima).
Investigação e conteúdos editoriais: Levi Silva (coordenação), em parceria com a MUNDIS e a UTAD.
Criação e edição de partituras: equipa criativa da OJD – Paulo José Martins, Rui Cardoso, Gabriel Pinto e Pedro Miranda.
Equipa artística: OJD, sob direção artística de Paulo José Martins.
Comunicação e multimédia: Levi Silva (coordenação), Tiago Mendes e o Departamento de Comunicação e Multimédia da UTAD.
Técnica e gravação: Pedro Mouga e SPL Estúdio de Gravação.
Parceiros institucionais
Locais: Camara Municipal de Vila Real, Teatro de Vila Real, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), MUNDIS Associação Cívica de Formação e Cultura,
Nacionais e internacionais: Instituto Português do Desporto e Juventude, INATEL, entre outros.
Apoios do Governo Português: DGARTES – Direção-Geral das Artes e Garantir Cultura
O projeto inclui uma estratégia integrada de edição e difusão nacional e internacional:
Publicação de partituras e obras originais de jazz contemporâneo.
Edição discográfica em CD, digital e streaming.
Produção de materiais gráficos e multimédia (artwork, press releases, vídeos, streamings).
Divulgação multicanal: TV, rádio, imprensa, revistas, podcasts e redes sociais.
Lançamento de álbuns através de concertos em Portugal e no estrangeiro.
Criação de um fórum didático-pedagógico nacional e internacional.
Reforçar a ligação da OJD à Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses e a outros espaços culturais.
Fomentar o intercâmbio entre artistas, instituições e públicos.
Promover a inclusão, a igualdade de género e a acessibilidade cultural.
Integrar talentos emergentes e jovens músicos qualificados.
Estimular a reflexão crítica e a experimentação artística.
Aumentar a visibilidade do jazz português, com forte identidade duriense.
O projeto organiza-se em quatro eixos fundamentais:
Planificação, organização, execução e controlo das diferentes fases.
Gestão de recursos humanos, técnicos, logísticos e financeiros.
Criação e circulação artística, formação e intercâmbios.
Comunicação, promoção e avaliação de impacto.
As equipas envolvidas possuem mérito artístico, profissional e científico comprovado, assegurando a qualidade global do projeto e a sua sustentabilidade.